LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO E ANÁLISE DE MAPAS GEOLÓGICOS E MAGNÉTICOS, CRIAÇÃO DE COMPARATIVOS

Autores

  • Vitor Cortes Gracindo IFSP

Palavras-chave:

Transformada de Fourier, Transformada de aniquilação, Diques, Enxame de diques, Soleiras

Resumo

Através da utilização de mapas magnéticos e procedimentos computacionais, é possível encontrar estruturas geológicas de interesse. Após a realização de um levantamento bibliográfico, utilizando o Geosoft e o Qgis, foram gerados mapas de satélite, geológico e magnéticos da região de Pato de Minas. Após um levantamento magnético, a anomalia magnética é obtida pela diferença entre o valor de campo medido e o valor do campo regional, estabelecido pelo International Geomagnetic Reference Field. Com fontes bidimensionais, cujo comprimento é muito maior que a largura, pode-se utilizar grandezas que expressam intensidades de campo, como o IGA (Intensidade do Gradiente da Anomalia) para identificar a origem das fontes, visto que os valores do IGA se aproximam do
máximo conforme se aproximam da coordenada da fonte. Para fontes tridimensionais, o ASA (Amplitude do Sinal Analítico) representa a intensidade do gradiente da anomalia magnética, atuando como equivalente ao IGA, o ASA é calculado como a raiz da soma dos quadrados das derivadas parciais do campo de anomalia magnética. Utilizando o mapa da anomalia magnética foi possível destacar a presença de uma soleira, delimitada com o uso do mapa do ASA, apesar de uma estrutura ser visível no mapa geológico da região, não era destacada das demais estruturas e grupos geológicos na região, enquanto que no mapa de satélite não era possível identificar nada concreto. Conforme previsto, a utilização do ASA auxilia na delimitação de fontes 3D imperceptíveis sem a análise de dados magnéticos, podendo ser utilizada na exploração de minérios, gás e petróleo.

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Publicado

2026-02-06