A TEORIA INSTRUMENTAL DOS STAKEHOLDERS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS:
UMA ANÁLISE CRÍTICA DAS RELAÇÕES DE PODER NO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO
Palavras-chave:
Educação de Jovens e Adultos, Teoria dos Stakeholders, Dominação de Classe, IDORT, Educação ProfissionalResumo
Este artigo analisa a aplicação da Teoria Instrumental dos Stakeholders na Educação de Jovens e Adultos (EJA), demonstrando como os interesses das classes dominantes se sobrepõem aos interesses dos stakeholders secundários no sistema educacional brasileiro. Através de um caso hipotético e da análise histórica do Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT), evidencia-se como a educação profissional tem sido historicamente utilizada como instrumento de controle social e disciplinamento da classe trabalhadora. A pesquisa revela que a aparente neutralidade da gestão de stakeholders mascara relações de poder assimétricas que perpetuam ciclos de exclusão social na EJA. A metodologia baseia-se em pesquisa bibliográfica e análise documental histórica, utilizando como referencial teórico a Teoria Instrumental dos Stakeholders de Jones (1995) em diálogo crítico com a pedagogia freiriana.
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